Carlos Seabra é um decano das aplicações de tecnologia no campo educacional. Vejam algumas de suas pensatas, assistindo uma pequena palestra, muito bem editada. Ele forja uma linguagem própria, dá exemplos claros, evoca metáforas insinuantes, conta histórias, enfim, vende um peixe bem vendido....
Registrar bons momentos permite que possamos comemorar sempre e também nos apropriarmos do que foi conquistado para subir a níveis ainda mais altos.
Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 25 de abril de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
6o. Ano - Bem-vindos ao CEI!
O 6o. Ano chegou. Mudam as regras. Agora eles tem senha e pasta pessoal. Mais autonomia ( e mais responsabilidade). O aluno ao chegar ao curso fundamental 2 pode usar qualquer computador do colégio através de sua senha e encontra suas pastas pessoais e as pastas compartilhadas com sua série e turma. Acessa de casa tambem estas mesmas pastas e sobe e desce arquivos e trabalhos que são compartilhados com colegas e professores. Passa a usar o portal do professor, ferramenta de comunicação e publicação do professor, que estende e organiza a ação da escola fora do campus. Em compensação passa a ser responsável pelas suas publicações, pela gestão de sua pasta, pela organização de seu material fotográfico digital, pelo sigilo de sua senha pessoal. Lógico que vamos ajudando-os a ganhar autonomia e responsabilidade nestas direções. E começamos a fazer isto nesta semana, chamando-os para 2 aulas de introdução ao CEI.
Marcadores:
6o. ano,
autonomia,
tecnologia
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Reflexões de um educador no final de um ano letivo.
É hora de pensarmos em como fomos efetivos ao longo deste ano.
Quais as perguntas certas a fazer?
No meu papel de gestor de tecnologia, creio que a melhor busca é perguntarmos:
"Conseguimos modificar de alguma maneira o usuário?". "Como equipe, fomos capazes de criar significado as ações dos professores mediando suas práticas com tecnologia?" "Fomos capazes de produzir significado as iniciativas dos alunos na direção destas centenas de tarefas a que eles foram condenados a executar ao longo do ano?"
As vezes a sensação é a de um volume exaustivo de coisas passadas, tocadas num frenesi diário, em busca da proficiência, proficiência desejada, possível? Aprofundamos algo, pergunto? Tocamos na atitude do professor diante do conhecimento? na do aluno?
Sentimos que nosso aluno sofreu pela demasiada exigência das atividades, onde alem de dominar o recurso tecnológico ele devia cumprir diversas etapas impostas pelas regras da atividade. Será que precisamos reeditar um currículo mínimo de tecnologia para permitir maior simplicidade pelo menos na execução instrumental destas atividades. Vamos voltar a dar aulas de informática? Plausível?
Leiamos um documento de base do programa de formação de educadores da Microsoft no Brasil, que impele-nos a uma leitura diferente do papel da tecnologia no contexto escolar....
Voltamos a conversar em janeiro.
Boas férias a todos....
Quais as perguntas certas a fazer?
No meu papel de gestor de tecnologia, creio que a melhor busca é perguntarmos:
"Conseguimos modificar de alguma maneira o usuário?". "Como equipe, fomos capazes de criar significado as ações dos professores mediando suas práticas com tecnologia?" "Fomos capazes de produzir significado as iniciativas dos alunos na direção destas centenas de tarefas a que eles foram condenados a executar ao longo do ano?"
As vezes a sensação é a de um volume exaustivo de coisas passadas, tocadas num frenesi diário, em busca da proficiência, proficiência desejada, possível? Aprofundamos algo, pergunto? Tocamos na atitude do professor diante do conhecimento? na do aluno?
Sentimos que nosso aluno sofreu pela demasiada exigência das atividades, onde alem de dominar o recurso tecnológico ele devia cumprir diversas etapas impostas pelas regras da atividade. Será que precisamos reeditar um currículo mínimo de tecnologia para permitir maior simplicidade pelo menos na execução instrumental destas atividades. Vamos voltar a dar aulas de informática? Plausível?
Leiamos um documento de base do programa de formação de educadores da Microsoft no Brasil, que impele-nos a uma leitura diferente do papel da tecnologia no contexto escolar....
Voltamos a conversar em janeiro.
Boas férias a todos....
Marcadores:
limites; orientação educacional,
tecnologia
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Reflexões sobre a prática
Interessante observar nossos professores, aqueles que participam de um programa de formação em EAD que estamos desenvolvendo neste ano, publicando e discutindo os projetos que desenvolvemos aqui no colégio, sob a ótica destas ferramentas de análise. Minha sensação é a de que ainda precisamos vencer a etapa instrumental para mergulhar no movimento pedagógico puro, ou seja, a ferramenta ainda pesa muito no processo de trabalho. Ficamos ocupados demais em fazer tudo funcionar que ao terminarmos saimos satisfeitos com o conjunto da obra, mas que impacto ocorreu no processo de aprendizagem, na compreensão dos conceitos envolvidos, na apropriação dos procedimentos, ...? Sob o ponto de vista da área de conhecimento tecnologia, estamos colocando nosso aluno em contato com os mais diversos ambientes e proporcionando-lhe amadurecimento digital ( embora tambem quando o projeto se precipita muito rapidamente, não há como conscientizá-lo, efetivamente, sobre o que aprende. Uso sempre o exemplo do Power Point, ferramenta usada a exaustão para qualquer finalidade e que torna-se excelente, quando nos libertamos do texto corrido, quando descobrimos o valor do campo anotações que permite liberar o slide para a verdadeira comunicação. Nem sempre conseguimos discutir isto com os meninos. Mas mesmo assim, no campo da tecnologia estamos avançando. Mas no campo das outras aprendizagens, as curriculares, que impacto temos? Entre as causas destes resultados insuficientes ( aqui não coloco crítica direta a nenhum dos projetos apresentados, me perdoem, faço um mea culpa geral aqui), aponto 2 causas viscerais: a necessidade de avaliação individual em larga escala e a falta de um planejamento eficiente. Os projetos com tecnologia são gestados no balcão, como um serviço que se compra pronto, raramente podemos maturar a conversa como se requer. No caso da avaliação, manter registros em escala para avaliar 200 alunos torna a produção coletiva um desafio muito grande ( como posso mensurar uma publicação em que vários colaboram? como posso evitar abusos naturais em trabalhos em grupos? ... - assim busco o registro mais individual possível como fonte de avaliação....). Seguimos pensando, e,.... conversando.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Reflexões de Férias III - Cidadania Digital

Cidadania digital -
Muito mais simples de trabalhar-se desde cedo - no campo do comportamento digital, moral e éticamente falando, torna-se cada vez mais dificil operar transformações conforme o aluno amadurece. Temos desenvolvido projetos que exigem maturidade digital em que alunos de 8,9 anos conduzem-se muito melhor do que os de 12,13. Nossa hipótese é de que devemos continuar "baixando" a idade mínima para a execução de projetos digitais plenos ( onde o jovem pesquisa, publica e compartilha na internet) e teremos este jovem aos 13,14 tendo atitudes muito mais participativas e construtivas. Iniciar certos projetos na 7a. ou 8a. série pode resultar em fracasso.
Marcadores:
cidadania digital,
competências,
tecnologia
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Uma reflexão sobre o uso das TICs na escola
José Pacheco, o ex-diretor da Escola da Ponte que divulga as virtudes daquela iniciativa visionária de educação contemporânea, conversa sobre o uso das tecnologias no ensino. Acho que podemos extrair bom material para reflexão sobre nossas posturas, especialmente sobre os riscos que estamos correndo ao acomodar as novas tecnologias nos nossos hábitos mais comuns. Este vídeo foi indicado pelo professor Giba de Geografia e aprovado pela equipe do CEI.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Mia Couto - transmissão ao vivo de palestras pela escola e ... em qualquer local
Sempre discutimos o papel desta tecnologia de videoconferência para o apoio ao trabalho do professor. Já tivemos algumas experiências com o prof. Jair que deu aula de recuperação de sua casa, quando esteve mais doente. Implantamos no início do ano o Santa Tube ( já divulgado aqui neste blog) e temos a capacidade a partir disto de transmitir ao vivo palestras, aulas, apresentações,.... Tudo o que acontece ao vivo fica no site do colégio num endereço dentro da área de serviços chamado WebTv. Vamos comçar a pensar em formas de utilizar isto, seja trazendo especialistas de fora para conversar com nossos alunos, seja transmitindo aulas para quem está longe, seja trazendo o trabalho de campo dos alunos em estudo do meio para a sala de aula dos colegas que permanecem aqui, enfim, ousemos. Vejam tambem a foto da transmissão ao vivo da palestra do Mia Couto no salão da biblioteca.
Marcadores:
biblioteca,
ensino a distância,
ensino médio,
língua portuguesa,
tecnologia
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Novas formas de aprender - dá para aprender em qualquer lugar, a qualquer momento!

John Seely Brown é o chairman de Deloitte Center for Edge Innovation, cientista-chefe do Centro de Pesquisas da Xerox, entre outros atributos, um pesquisador sobre inovação e tecnologia aplicada a informação. Assistindo este vídeo, que uma amiga me enviou, tive a sensação de estar num congresso internacional ouvindo um key-note falar. Percebi o quanto estamos próximos da informação, sem sairmos de nossas cadeiras. Vejam que fala brilhante sobre as novas fronteiras ( ou a ausência de fronteiras) entre o conhecimento e nossa apreensão, mobilizando educadores a buscar novas formas de trabalho. Deleite-se com a possibilidade de assistir aulas sem sair do lugar. Clique aqui para ver o vídeo!
Tinkering as a Mode of Knowledge Production in a Digital Age: John Seely Brown from carnegie commons on Vimeo.
Marcadores:
conectivismo,
ensino a distância,
tecnologia
Assinar:
Postagens (Atom)
