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domingo, 25 de setembro de 2011

Ipads na Sala de Aula 5

Precisamos sempre balancear um pouco este entusiasmo com a vinda destes pequenos e convergentes tablets. Um amigo meu, professor de biologia num outro colégio, questiona que com o fim dos jornais impressos, que certamente serão substituidos pelos digitais, lidos em tablets, será mais difícil forrar o local onde nosso caõzinho faz cocô, será mais difícil embrulhar as bananas na feira, entre outras boas coisas que fazemos com nossos jornais velhos, depois de lê-los, obviamente. Vejam este vídeo que mostra outra função que será perdida quando da adoção dos tablets.
http://www.youtube.com/watch?v=fxHmC5bpqf4&feature=player_embedded

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Ipads na Sala de Aula 4

Bom, seguimos no nosso curso de experimentação. Agora os professores do EF1 estão com os Ipads e os do Médio com os Kindle. Semana que entra, iniciamos o trabalho com os professores do EF2 e imaginamos que ao final de setembro, tenhamos um grupo inicial dos 3 cursos habilitado para iniciar um debate maior. Continuaremos a circular os aparelhos até atingir todo o corpo docente. Publico aqui matéria interessante ( com 2 vídeos ricos) publicada no site da globo sobre a presença de tablets em escolas infantis ( vejam como as escolas bilíngues podem se beneficiar disto) e sobre escolas que já adotaram notebooks como substituto do caderno no Rio de Janeiro. Vamos refletir...

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Ipads na Sala de Aula 3

Vários de nossos professores já possuem tablets pessoais. Perguntamos aos alunos dos 6os anos e das 6as. séries e descobrimos que pelo menos 60% deles já têm um tablet em casa. O professor Fábio desenvolveu uma atividade de apoio a leitura dos Contos Crús, em que ele produziu no Ipad uma apresentação de imagens dos artistas do livro e projetou direto do Ipad no projetor da sala da biblioteca. Na verdade, pode-se projetar direto do Ipad em qualquer projetor da escola. Compramos um pequeno adaptador para executar esta função e basta pedir-nos. Isto vai permitir que aplicações específicas para os tablets ( e há inúmeras) possam ser usadas pelo professor quando trabalha em sala. No mesmo dia, encontramos um aluno que sofreu uma lesão numa das mãos e tem trazido seu Ipad para registrar as aulas diariamente. Ele reporta-nos que está se organizando melhor do que nos cadernos, pois tem uma listinha dos arquivos separados por pastas de cada curso. Discutimos o fato com alguns meninos que estavam ali ao lado e percebemos que para aqueles que têm um caderno bem estruturado, talvez seja mais difícil migrar para o caderno digital, mas para aqueles que trabalham de forma mais errática com seus cadernos, pode de fato ajudar na organização. Experimentamos até uma caneta que compramos para testar a escrita sobre a tela touchscreen. Uma caneta com ponta de borracha, que funciona bastante bem e pode ser muito útil.

Ipads na Sala de Aula 2

A primeira decisão importante foi utilizar os equipamentos para capacitar professores, de todos os cursos. Teríamos de necessariamente partir deles e com eles refletirmos sobre os limites e possibilidades desta tecnologia. Comunicamos a todos os conselhos, e voluntariamente, os professores que quisessem testar os 2 aparelhos, estão recebendo-os para levar consigo durante períodos de 10 a 15 dias, de modo a poderem experimentá-los em caráter pessoal, alem das discussões profissionais. Ao receber o aparelho, eles recebem tambem um roteiro preparado pela equipe do CEI que encaminha uma utilização básica geral e estimula a experimentação de uma série de pequenas aplicações e leituras que foram embarcadas nos aparelhos. Produzimos, no portal do professor, um ambiente de discussão coletiva, onde 2 fóruns permitem aos professores publicarem suas impressões, sugestões e críticas. Estamos agora nesta fase, que deve durar até o final de setembro, quando pretendemos reunir todos os interessados para uma reunião-debate, que nos permita encontrar pontos em comum para evoluirmos.

Ipads na sala de aula 1

O início desta experiência remonta a 2009, quando compramos os primeiros netbooks Classmates da Positivo. Nossa intenção já era experimentar tecnologia embarcada na sala de aula, o mais transparente possível, eliminando os velhos hábitos do laboratório de informática, local antisséptico, onde o professor vem desenvolver atividades com tecnologia. Acreditamos que a tecnologia para funcionar de forma eficaz, tem de estar a mão, sempre no local em que estamos, just-in-time. Foram quase 3 anos de aprendizado para perceber que há muitas dificuldades para incorporar esta dinamica as salas de aula. Em especial a fragilidade dos equipamentos ( telas pequenas, mouses nativos de difícil manuseio) e do funcionamento perfeito da rede wireless, levam muitas vezes o professor a preferir os laboratórios, onde ele conta com apoio permanente, estabilidade,.... Quando surgem os tablets ( especialmente os Ipads), em 2010, pensamos: esta provavelmente será a máquina das crianças, dos alunos. Começamos a pesquisar sua evolução. Compramos um kindle no início de 2010. Esperamos o mercado de livros digitais brasileiro evoluir. No início de 2011, diante da evolução do mercado americano e da entrada do Ipad, resolvemos partir para uma experimentação ainda mais profunda. Podíamos conseguir, alem das vantagens pedagógicas, ganhos expressivos no peso das mochilas dos alunos e na economia de papel na impressão de nossas apostilas. Compramos 10 Ipads e 10 Kindles. Queríamos experimentar os e-readers para termos certeza de que os tablets darão conta da leitura que neles funciona tão bem.