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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Renovação de professores

Conversando com um professor semana passada, ficamos nos questionando se as novas gerações de professores entram com larga utilização de tecnologias em suas atividades didáticas? Ficamos abismados com a constatação de que não havia quase diferença alguma entre os professores que tem 40, 50 anos ( e 10, 20 anos de magistério), para aqueles que tem 30 anos hoje. Por que será? Será que a formação deles nas escolas de pedagogia e nas licenciaturas não promove tal integração? Será que eles como usuários são mais conservadores do que outros jovens profissionais ( será que a opção pela carreira docente atrai os mais conservadores?)? Será que a vida acadêmica, ou seja, o contato com o grupo de professores mais velhos produz uma prática apoiada nos modelos destes e forja o trabalho deste novo professor? Será que de fato estamos querendo que a tecnologia renove comportamentos e práticas que só podem ser renovados mediante uma reforma do sistema? Boas questões para acalentar boas reflexões....

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Pecha Kucha - uma modalidade diferente de fazer apresentações!

Fui palestrar num congresso nesta semana, onde o tema era mobilidade. No painel de educação, eramos 8 palestrantes para 45 minutos de tempo. Nos foi pedido que produzissemos uma apresentação com 20 slides automatizando-a para que cada slide durasse 20 segundos, ou seja, tempo total de 6 minutos e 40 segundos. No mundo web este tipo de evento é chamado de Pecha Kucha, um formato para jovens artistas apresentarem seus trabalhos em público e transmitirem para públicos virtuais com agilidade e concisão. É difícil, acreditem, ser tão conciso. Nos obriga a usar quase que só imagens e palavras-chave. Nos exige ensaiar antes. Mas torna o evento dinâmico e forma um painel interessante quando junta-se várias falas. Imagino isto sendo usado pleos nossos alunos na hora de apresentar trabalhos em classe. Concisão, objetividade, uso de imagem e palavra-chave. Isto é bom.....

terça-feira, 1 de junho de 2010

Militares proíbem uso do Power point

Um especialista em aplicações de tecnologia no mundo corporativo, Marcos Telles, escreve em seu blog semanal o seguinte texto:
"O exército americano está proibindo apresentações em Powerpoint por entender que sua linearidade distorce a complexidade das estratégias mostradas. A Microsoft criou um add-inn chamado PptPlex, de operação extremamente simples, que viabiliza apresentações não lineares. Infelizmente, a Microsoft parece não estar interessada nesse produto pois ele pode ser baixado gratuitamente mas você, não raro, não consegue instalá-lo. Mesmo assim, vale apena tentar. O PpptPlex lembra muito o Prezi mas este só funciona online e você precisa pagar para poder manter suas apresentações sem acesso público."
Já havíamos discutido aqui mesmo esta questão: o uso indiscriminado de power point gerando mais do mesmo, ou seja, muito texto pré-publicado inibindo um discurso mais fluído e espontâneo, falas lineares pré-programadas, impedindo um fluxo de idéias mais original e livre. Como lidar com isto. Já linkamos aqui o Prezi, citado no blog do especialista. Esta ferramenta para apresentações apresenta o desafio de inicialmente blocarmos o pensamento, ou seja, dividirmos em blocos, o que já requer refinamento das idéias. Em seguida cada bloco explode em sub-blocos e assim sucessivamente e no final, temos na superfície da apresentação um índice visual das idéias que podem ser rapídamente atingidas a qualquer instante, conforme nossa fala caminha. Experimentem.

domingo, 15 de novembro de 2009

Novo livro de Antonio Nóvoa - Professores - Imagens do futuro presente


Várias inovações neste novo trabalho de Nóvoa. A primeira é que ele envia o livro por email, em pdf, para que possamos ler e compartilhar. As outras inovações estão contidas na polêmica abordagem sobre o futuro da formação de professores e da própria escola. Ele primeiro preconiza um resgate do papel do professor no conjunto da sociedade e especialmente no processo de formação da própria categoria. Questiona, como de praxe na sua obra, o transbordamento da escola, afogada em tantos afazeres que a aprendizagem, preocupação central, fica relegada a segundo plano. Baixem por aqui, leiam e reflitam!