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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Cineclube da biblioteca - engrenando...

Encerramos as atividades ontem, 29, com a exibição de Harry Potter e as Relíquias da Morte - parte I. A Daniela Rhinow, professores de inglês da 6a. série, comandou com maestria o evento, que teve mais de 80 participantes. Alem de assistir ao filme completo, os alunos, de todas as séries do Fundamental 2 e tambem do ensino médio, puderam debater com a Dani, que é especialista nestas séries literárias juvenis, as referências ideológicas presentes em toda a obra de Rowling, a coerência e a habilidade dela em deixar pontes que levam a um novo episódio, mantendo público e crítica ansiosos e conectados na saga. Para nós, da biblioteca, foi uma oportunidade de ampliar a relação dos alunos do EF2 com o cineclube, que pretendemos torne-se um evento permanente na agenda do colégio.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Nossa biblioteca tem um site novo!

Pilotado pela Bel, com supervisão da Odete, a biblioteca inaugura um novo serviço, um novo site! Trata-se de uma ferramenta para aprimorar a comunicação entre o acervo e seus usuários em gerla. Novas aquisições, dicas de leitura, eventos culturais, periódicos, tudo delicadamente arranjado para aproximar cada membro da comunidade a biblioteca do colégio. Aproveitem!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Voltamos a funcionar, a pleno vapor!

CEI com agenda cheia, biblioteca repleta de alunos estudando a tarde, projetos na sala de aula e no saguão. O ano começa! O projeto de galicismo, conduzido pela Cassia, professora de francês do 6o. ano, ocupa já espaço no saguão, onde está exposto o resultado das palavras produzidas pelos alunos das 6 turmas. É interessante ver como os alunos do fundamental 2 e médio já ocupam as bancadas durante todo o período da tarde estudando e como isto funciona de modo harmônico. Bem-vindo 2011!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Charbonneau - uma inspiração para tudo!

A 6a. série foi convidada, pelas mãos do prof. Fábio, a conhecer a relação que o Pe. Charbonneau tinha com livros. Visitando seu acervo na biblioteca central, seu escritório no prédio do EM e conhecendo um pouco de sua biografia e obra, eles passaram uma boa hora na sala de aula da biblioteca. Preparamos uma apresentação detalhada (usando o Prezi e a camêra de documentos), sobre como ele preparava referências para cada livro lido, desde as anotações manuscritas no próprio livro, as fichas manuais, as fichas datilografadas e agora o material todo digitalizado no site da biblioteca ( procure, por exemplo, no site de pesquisa da biblioteca, o titulo Dom Casmurro de Machado e veja a infinidade de temáticas que eles encontrou na obra e as citações selecionadas). O objetivo da atividade, desenvolvida em parceria com o CEI e a biblioteca, foi a de inspirar os alunos a sentirem vontade de prepararem uma biblioteca pessoal e manterem uma atitude de leitura reflexiva, que produza referências para atividades posteriores, onde Charbonneau é mestre. Começamos bem! (embora percebessemos que mais da metade de nossos alunos não conhecem o Charbonneau!)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Lousas digitais - novo balanço

Lousas digitais – evolução, resultados e problemas

Começamos a utilizar lousas digitais em 2006. São, portanto, 4 anos de trabalho. A primeira aquisição foi uma Promethean, inglesa, distribuída no Brasil pela Divertire, naquele então. Robusta, usa uma caneta resistente e exige a fixação do anteparo na parede. O software é versátil, é atualizado constantemente e tem uma comunidade prática interessante ( www.prometheanplanet.com ). Durou os 4 anos. Seus principais defeitos são a calibragem que necessita ser refeita constantemente e a necessidade do anteparo fixo.
Em seguida 1 ano depois, descobrimos a e-beam, comercializada pela Educare, braço tecnológico do colégio bandeirantes. Sua virtude é ser portátil e independer de anteparo ( trabalhamos por vezes projetando na própria parede e uma palheta de ferramentas simples, versátil e poderosa). Seu defeito é a calibragem, novamente, o artefato ( similar a um bumerangue) com sensores apresenta invariavelmente problemas de sensibilidade que exigem calibragem constante. A caneta também consome bateria e as pontas plásticas sofrem com o atrito nas superfícies foscas.
O 3o. modelo, adotado em 2009 foi a Hetchtech. Inspirada na Smart Board, que utiliza o dedo ou qualquer artefato para sua operação, ela exige anteparo fixo instalado na parede, possui software interessante e abrangente, e é deliciosa de operar (o dedo revela-se melhor que o mouse para a maioria das operações - e não poderia ser diferente). Seus defeitos são novamente calibragem e a exigência de superfície fixa instalada. Ideal para a educação infantil. Montamos uma sala especial para ela e instalamos ela na altura das crianças que interajem frequentemente com os jogos e conteúdos que os professores ali publicam.
Em 2010, adquirimos o 4º. Tipo de lousa, a da Epson, que trabalha integrada com o projetor de curto alcance que já traz os sensores embutidos nele. Isto facilita sobremaneira, pois pode operar sobre qualquer superfície e pela proximidade projeta bem e recebe super bem o sinal, evitando qualquer recalibragem. Parece que chegamos ao modelo mais adequado. O software é simples e funcional (pode melhorar um pouco) e não traz para si funções de edição que outras ferramentas podem muito facilmente oferecer.
Por que não fomos com as lousas digitais para todas as 60 salas de aula, como alguns outros colégios fizeram?
Alem das características técnicas e físicas das lousas digitais, outros aspectos devem ser levados em conta para avaliar-se a aprovação e plena utilização deste recurso. Estamos avaliando continuamente a qualidade do que é utilizado pelos professores no apoio a sua aula expositiva, as características dos arquivos em PowerPoint utilizados, as reações do aluno as diferentes situações,... A quantidade de material pronto para exposição na lousa também faz bastante diferença. Por exemplo, as professoras de inglês utilizam diariamente por força de material didático já disponível em versão para lousa digital, facilitando sobremaneira seu trabalho.
Achamos também que é fundamental discutir-se intensamente com os professores esta adoção, o que ainda acontece de forma esporádica e esparsa. Em seguida, a experiência revelava que inserir computador e projeção somente em cada sala, já provocaria suficiente movimentação no cenário da formação dos docentes para uso intensivo de tecnologia. E isto se evidenciou correto. Os professores tinham aparentemente uma demanda reprimida que foi liberada e com o conforto do computador já existente na classe agora projetando funcionou rapidamente. Em 3 semanas passamos a ter 20% das salas projetando diariamente e em 1 ano, 50 a 60%. Uma tela retrátil garante a facilidade e invisibilidade necessária. Um computador comum, facilmente acessível, idem. Um projetor forte, que não necessite desligarmos a luz completa a cena (optamos por modelos da Sanyo com 4000/4500 lumens). Enfim, isto levou nossos professores a um novo estágio como usuários. Isto era fundamental para a reflexão e possível introdução das lousas digitais no cenário cotidiano da sala de aula.
Seguindo a experiência, notamos que quando diante de uma lousa digital e podendo recorrer a caneta pilot e o mouse convencional, ele sempre o fazia, como se houvesse algo entre ele e o aparato que impedia um uso confortável e rabiscar por sobre a imagem projetada ou preencher lacunas sobre um texto projetado era uma experiência suficiente significativa. Não havia necessidade da lousa, da caneta digital, nada além do projetor e de uma superfície rígida para escrever sobre.
Fizemos então um novo investimento, neste projetor de curto alcance, que vem acoplado da lousa digital ( embutida nele) e para hospedá-lo, desenvolvemos um projeto de lousa hibrida, tendo ao fundo 6 metros de lousa verde, que está se revelando versátil e muito adequada ao trabalho dos professores. Eles podem optar por trabalhar só com o giz ( recolhendo as superfícies de fórmica) trabalhar com caneta especial sobre a fórmica, em 2 laminas, escrever sobre a projeção, projeção e giz, enfim, todas as possibilidades estão ali cobertas o que garante o conforto que ele espera e a partir do qual opera com facilidade, dando amplo retorno ao investimento.
Cenário futuro:
Estamos construindo um novo prédio para hospedar o ensino fundamental I e suas salas provavelmente terão esta lousa hibrida e um projetor de curto alcance com lousa integrada. Nas futuras reformas dos outros 2 prédios ( fundamental II e médio) temos como variáveis adicionais a possibilidade da adoção de lousa branca integral, também no sistema de laminas correndo sobre trilhos, mas é possível a permanência da lousa verde. Outro desafio fundamental é a pesquisa permanente de objetos de aprendizagem significativos para apoio ao professor e a montagem de um bureau interno de desenvolvimento de aplicações sob medida para os momentos críticos de aprendizagem. Isto dará o alimento natural para fortalecer permanentemente o processo pedagógico.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Sala da Biblioteca em Uso

Nem só do digital vive o homem moderno. A sala de aula da biblioteca, recém-inaugurada, serve a vários motivos. Será uma sala-laboratório para experimentarmos o padrão da sala de aula do futuro. Será uma sala coringa, versátil, que conta com mobiliário e espaço físico para atividades em grupo. Será especialmente útil para projetos que fizerem uso do acervo da biblioteca. Esta aula da Cecilinha, abrindo o projeto Grandes Cientistas, que culmina com a publicação de um livreto muito interessante dos alunos, vai nesta direção.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Uma grande sala de aula

A biblioteca se transforma numa ampla sala de aula. Acredito que sempre será alternativa aos professores virem a biblioteca trabalhar, pois há poucas salas coringas na escola. Quando o acervo então faz diferença, cria-se a situação ideal. Estamos planejando equipar a biblioteca como projetor fixo, lousa digital, lousa verde, som e mais computadores portáteis, permitindo utilizarmos da versatilidade de uma sala aberta, inserida no acervo geral. Aguardem! Enquanto isto, vejam o que a Cássia, professora de francês na 5a. série preparou, colocando numa mesa ampla todo o acervo de frances atualizado e trazendo os alunos para uma dinamica de pesquisa neste acervo. O acervo ficou disponível para a comunidade durante toda a semana.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Biblioteca - espaço de leitura!

Nossos meninos lendo, vagarosamente, preguiçosamente, em pleno intervalo, em pleno saguão, no movimento normal da biblioteca à tarde. Uma cena que indica que se amplificarmos este espaço de leitura e de convivência mais leitores teremos. Ufa! Ainda há competência leitora apesar dos smartphones, e-readers, tablets,.....

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O futuro do livro ou o livro do futuro! O que sobrou para o papel?

Já faz tempo queria escrever algo sobre o livro digital. Trabalho nestes dias no desenvolvimento de material digital para apoio a uma coleção de matemática da Editora Moderna e estamos discutindo o valor de publicarmos determinadas demonstrações longas e herméticas, se ainda devem ser publicadas no livro impresso ou se estas poderiam estar reservadas ao espaço digital, onde poderíamos reproduzir a seqüência que o bom professor faria na lousa para garantir uma boa compreensão da tal demonstração. Quando saiu o Kindle, há um ano, nossa impressão era de estarmos diante de um novo paradigma sim, que as pessoas passariam gradualmente a adotar a leitura digital e o livro impresso seria substituído, mas que o impacto mais importante na escola se daria quando o livro didático tornasse-se digital. Nossos alunos não precisariam mais trazer suas enormes e pesadas mochilas, o livro atualizar-se-ia constantemente, ao longo do texto todo e qualquer ponto em que houvesse imagem, chamadas externas, exercícios,... permitir-se-ia ao aluno sair da página e mergulhar na interatividade....

Mas o Kindle não é touch screen, não navega na internet, nem ao menos colorido ele é. Passam-se alguns meses e novamente a indústria do hardware ( e a Apple) antecipa-se a necessidade e nos traz a possibilidade... Deu vontade de pensar, e de escrever.

Como será o livro nesta nova dimensão? Vamos imaginar que estamos em 2015 e que o governo resolve comprar um destes Ipad da foto acima para cada criança da escola publica brasileira. E exige das editoras um novo formato para o livro didático a ser entregue. Acaba o papel, de uma só vez? Será? Se observamos um livro da nossa coleção, o que poderia permanecer no papel? Mais fácil pensarmos no que seria o livro digital primeiro: na introdução de cada capitulo, filmes bárbaros e animações super bem feitas e bem narradas nos remetem para dentro do assunto. Em seguida posso manipular o fenômeno que estou estudando, seguindo as sugestões do professor, que já vem gravadas com sua própria voz, como se ele conversasse comigo.Ele aparece em pequenos vídeos ao longo da sequencia, para revisar os pontos importantes que vão sendo montados em pequenos boxes ao lado do vídeo. As demonstrações mais difíceis que ele executa na classe, aparecem em vídeo e posso rever a sequencia várias vezes até compreendê-las. Vou escolhendo os trechos do conteúdo que considero mais relevantes e montando um diário pessoal que vai me ajudar a revisar sempre que necessário. Links para sites e referencias são abundantes. De vez em quando me surpreendo com um jogo que explora toda a capacidade do meu IPad. Tenho um ícone permanente que me permite chamar o professor e mandar-lhe perguntas que são respondidas rapidamente. Na verdade há um professor de plantão permanente. As perguntas que eu e meus colegas fazem vão ficando armazenadas no local em que cada conteúdo aparece e podemos acessá-las o tempo todo. Na conclusão de cada capitulo sou levado a discutir o que aprendi e encontro opiniões dos meus colegas para comparar. Na verdade posso ver quais colegas meus estão estudando naquele capitulo no mesmo momento que eu e manter uma conversação (vídeo e voz) com eles. Tiro dúvidas com eles mais do que com meu professor. Fazer exercícios então é bem bacana, pois tento algumas vezes e se tropeço, peço ajuda ao próprio sistema. Se acerto os exercícios vão ficando mais difíceis, se erro, vão ficando mais fáceis. Vejo sempre onde estou em relação ao meu grupo de colegas....

O que sobrou para ficar no papel. Um livro menor, uma brochura? Uma síntese descritiva do conteúdo teórico, enfatizando de forma esquemática, o que há de essencial a ser pensado e lembrado? Um guia de fórmulas para memorização? Um livro com exercícios complementares especiais e difíceis? Façam suas apostas!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Ajudando na leitura dos colegas


O 3o. ano conclui o ano produzindo um conjunto de 40 resenhas que representam os livros lidos durante o semestre. A proposta, coordenada pela Ciça, com o apoio do CEI, era de desenvolver a capacidade de produção textual usando uma variedade de mídias maior do que o texto simples. Usando o Power Point, inserindo imagens, animações e trilha sonora, cada grupo produziu uma peça de arte. Estas resenhas estarão disponíveis nas salas de leitura em 2010 para estimular os colegas a lerem.  Vejam e ouçam isto!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A escola comprou um Kindle. Vamos pensar no futuro!



Bom, o colégio comprou um Kindle que chegou na semana passada. Estamos circulando ele pelas salas de professores, buscando que todos possam conhecer a ferramenta. Estamos disponibilizando ele na biblioteca para que os professores possam comprar alguma obra que faça parte do catálogo da Amazon e que lhes interesse e que possam levar para casa num final de semana usufruir e refletir sobre o futuro da literatura impressa.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A biblioteca das estrelas!

Nossa biblioteca está prestes a tornar-se um planetário. Guiada pelas mãos da Flora e da Odete, dentro da programação cultural da biblioteca, estes 2 ultimos meses do ano receberão o tema Astronomia, na comemoração do ano internacional da astronomia. Para dar mais perspectivas de trabalho aos professores, o colégio montou uma sala especial que servirá como planetário. Sessões corridas de diferentes assuntos estarão acontecendo diariamente, acompanhando os painéis expostos no salão de leitura e no saguão do colégio. Aproveitem a oportunidade e tragam seus alunos, de todas as idades. Tambem, para aqueles que curtem o assunto, existe um software, chamado Stellarium, que reproduz, no computador, o sistema utilizado nos planetários.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Usando bem a biblioteca!


A integração do Centro de Ensino de Informática com a Biblioteca visa capitalizar da informação que ambos os equipamentos da escola fornecem para a comunidade. Em todos os projetos desenvolvidos no CEI procuramos avaliar a perspectiva de uso do acervo impresso integrado ao digital. Não iremos assistir sentados ao abuso das fontes digitais em detrimento das fontes impressas, especialmente porque há no trabalho com a biblioteca uma preocupação mais voltada a formação da competência leitora, imprescindível na preparação do nosso aluno. Quando assistimos cenas como a de hoje, em que 2 salas completas "invadiram" nossa biblioteca para trabalhar, comemoramos! Era uma 6a. série trabalhando doenças contagiosas, se preparando para produzir um folder divulgando a prevenção de diversas destas doenças e uma 8a. série discutindo o filme Alice no País das Maravilhas, na aula de português. Aproveite e conheçao o novo sistema de reserva on-line da nossa biblioteca, clicando aqui.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Mia Couto - transmissão ao vivo de palestras pela escola e ... em qualquer local


Sempre discutimos o papel desta tecnologia de videoconferência para o apoio ao trabalho do professor. Já tivemos algumas experiências com o prof. Jair que deu aula de recuperação de sua casa, quando esteve mais doente. Implantamos no início do ano o Santa Tube ( já divulgado aqui neste blog) e temos a capacidade a partir disto de transmitir ao vivo palestras, aulas, apresentações,.... Tudo o que acontece ao vivo fica no site do colégio num endereço dentro da área de serviços chamado WebTv. Vamos comçar a pensar em formas de utilizar isto, seja trazendo especialistas de fora para conversar com nossos alunos, seja transmitindo aulas para quem está longe, seja trazendo o trabalho de campo dos alunos em estudo do meio para a sala de aula dos colegas que permanecem aqui, enfim, ousemos. Vejam tambem a foto da transmissão ao vivo da palestra do Mia Couto no salão da biblioteca.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Português sem tecnologia


Achamos fundamental destacar aqui um trabalho absolutamente analógico, artístico, profundo, que revitaliza o olhar e, portanto, merece destaque em qualquer canal de comunicação nesta escola. Um projeto dos professores de língua portuguesa na 6a. série que desenvolveu um olhar poético sobre Lagamar, local do estudo do meio da série. Sabemos que sempre é necessário, quando expostos as ferramentas digitais, resgatar com os alunos constantemente, o olhar, um afatsar-se dos instrumentos para enxergar o conceito. De nada adianta ser exímio operador de um software tratador de imagens sem a sensibilidade de compreender a imagem. A biblioteca está expondo este material até o final de junho. Aproveitem!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Fábulas de nossa biblioteca


Desde o início de junho, está aberta, na biblioteca, a mostra complementar à Exposição França no Brasil, tratando das fábulas, contos de fada e quadrinhos franceses. Perrault, La Fontaine, Goscciny e Sempé estão retratados ali. Foram produzidos murais didáticos interativos, que contém preciosas dicas de como provocar e trabalhar com os alunos. Alem disto a sala está toda ambientada como lindas ilustrações e réplicas de chapéus e vestimentas características. Uma riqueza termos uma biblioteca que produz cultura e orienta a comunidade para o trabalho com diversos conteúdos literários.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Estudo do Meio - 6a. série - Biblioteca digital


A biblioteca preparou-se para as pesquisas que o projeto do Estudo do Meio da 6a. série vai executar em Lagamar, comprando material até em sebos da cidade. Enfim, um rico acervo sobre a economia, a cultura e a ecologia da região de Cananéia está a disposição de professores e alunos. De posse dos 10 laptops disponíveis para pesquisa, a Cecilinha, juntamente com a Flora, preparou o ambiente da sala de leitura da biblioteca para que os grupos trabalhassem na pesquisa prévia que o estudo requer nesta fase. Vamos procurar utilizar esta sala de forma mais integrada. O ambiente é inspirador, cercados que ali estamos pelo nosso acervo e a tecnologia faz a ponte entre as fontes digitais e impressas. Os alunos circulam, discutem, produzem de forma mais dinâmica do que numa sala do CEI ou do que na sala de aula.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Urbanização - 7a. série - Acervo impresso e Acervo digital integrados


No anexo do NYT publicado toda 2a. feira na Folha de SP, na semana passada, dia 06/04,saiu uma matéria sobre a bibliotecária escolar do futuro, um profissional da informação que deve reunir sólida formação pedagógica, técnica em biblioteconomia e um bom trânsito nas TICs ( Tecnologias da Informação e Comunicação). Estamos trabalhando para que nossas equipes, de biblioteca e de Centro de Ensino de Informática, possam alcançar este status. Nesta direção, quero destacar um projeto que pode constituir-se num caminho prático para a integração dos acervos. Urbanização é, não por coincidência, tema de base para diversos projetos no EF2. Na 7a. série, a profa. Mércia, a Cintia e a profa. Flora prepararam um ambiente organizador para a pesquisa e trabalho consequente dos alunos sobre o tema. Clique aqui, explore a página e reflita sobre a sinergia que pode ser alcançada quando se trabalha integrado. A Flora e sua equipe souberam selecionar, do acervo impresso, o material a ser digitalizado e compor então o acervo completo de pesquisa, integrado aos endereços digitais. O acervo impresso movimenta-se na direção do usuário. Vamos refletir sobre isto...