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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Ipads na Sala de Aula 3

Vários de nossos professores já possuem tablets pessoais. Perguntamos aos alunos dos 6os anos e das 6as. séries e descobrimos que pelo menos 60% deles já têm um tablet em casa. O professor Fábio desenvolveu uma atividade de apoio a leitura dos Contos Crús, em que ele produziu no Ipad uma apresentação de imagens dos artistas do livro e projetou direto do Ipad no projetor da sala da biblioteca. Na verdade, pode-se projetar direto do Ipad em qualquer projetor da escola. Compramos um pequeno adaptador para executar esta função e basta pedir-nos. Isto vai permitir que aplicações específicas para os tablets ( e há inúmeras) possam ser usadas pelo professor quando trabalha em sala. No mesmo dia, encontramos um aluno que sofreu uma lesão numa das mãos e tem trazido seu Ipad para registrar as aulas diariamente. Ele reporta-nos que está se organizando melhor do que nos cadernos, pois tem uma listinha dos arquivos separados por pastas de cada curso. Discutimos o fato com alguns meninos que estavam ali ao lado e percebemos que para aqueles que têm um caderno bem estruturado, talvez seja mais difícil migrar para o caderno digital, mas para aqueles que trabalham de forma mais errática com seus cadernos, pode de fato ajudar na organização. Experimentamos até uma caneta que compramos para testar a escrita sobre a tela touchscreen. Uma caneta com ponta de borracha, que funciona bastante bem e pode ser muito útil.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Robótica como instrumento de cidadania

O projeto de robótica do colégio ganhou nova alternativa, quando convida os alunos da 7a. série, que cursaram a robótica extra-curricular na 6a, para trabalharem em parceria com os alunos do Jaguaré. Neste semestre, foram 6 alunos da 7a. série trabalhando com 12 alunos do Jaguaré. Ao longo de 12 encontros, semanais, sempre as 4as feiras, formou-se um grupo muito interessante de trabalho. Inicialmente, os alunos do colégio, com minha orientação e da profa. Maria Emilia, que coordena o Voluntariado Educativo, construiram o planejamento de como seriam os encontros lá no Jaguaré. Aprendemos a se organizar, a buscar objetivos importantes, a relembrar do curso deles para detectar o que foi mais significativo, o que funcionou melhor,.. quando fomos a campo tinhamos pelo menos 4 reuniões preparadas a frente.  Aprendemos tambem a trabalhar com o desconhecido, uma vez que o grupo lá no Jaguaré demorou algumas semanas para se consolidar ( naturalmente, como eram crianças da comunidade, e a atividade era opcional ,lúdica, não ligada aos programas de educação formal da congregação, toda semana aparecia alguem novo e sumia algum dos antigos). Chegamos ao final do semestre com um bom aprendizado de construção, mecânica, motorização ( automação) e programação ( lógica), componentes fundamentais da robótica. Agora nossos alunos param, mas o projeto continua firme, pois devemos levar os meninos para um torneio no 2o semestre e tambem devemos participar do evento em novembro. Vejam boas fotos do trabalho final. Os meninos fizeram um portão automático, um pinball, e um teleférico.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Geografia produzindo muito!

Interessante observar que as melhores práticas recentes utilizando tecnologia partiram de professores de geografia, do fundamental 2 e do médio. Giba retoma um projeto que já executamos em 2010, quando os alunos voltam do Lagamar. Utilizando uma sala de chat associada a uma wiki, os alunos da 6a. série, em grupos de 8, sentados separados e cada qual com um computador, têm de se organizar usando o chat, sem falar e produzir um texto-reflexão coletivo na wiki. A temática era Desenvolvimento e Preservação - como equilibrar - Os resultados em termos de organização, moderação, comunicação e produção coletiva são notáveis. Observem o depoimento de uma das alunas.

" Todo o meu grupo se envolveu muito no trabalho, mesmo que não dava muitas ideias, colaborava com o projeto apoiando algumas ideias e dando sua opinião sobre o texto já escrito. Nem todas as ideias foram aprovadas, mas isso aconteceu porque não eram de muita qualidade. Mas a maioria delas foi compartilhada entre o nosso grupo, possibilitando todos de saber o que pretendíamos colocar na WIKI.
É muito diferente trabalhar em grupo virtualmente e, como sempre, este jeito de se estudar tem pontos positivos e negativos. Eu acho que há muito mais vantagens do que desvantagens, pois, as pessoas que não contribuem muito com seus aprendizados na classe, souberam opinar e posicionar suas ideias sobre o trabalho virtualmente, o que eu realmente acho que não fariam em classe. Há outras vantagens, como por exemplo, cada um escreve o que acha, sem que, como seria na classe, ninguém os "corte" para que no final, a ideia inicial seja esquecida. Há um ponto negativo, que, em minha opinião, foi muito desvantajoso, pois quase todos os grupos escolheram uma pessoa para postar/escrever na WIKI (no caso do meu grupo, eu). Esta pessoa ficava "fora" da conversa pelo tempo que estava escrevendo, então, quando "voltava" para o chat, via que havia "perdido" muita coisa.
Entretanto, eu gostei muito deste trabalho, pois trabalhar virtualmente é muito melhor do que juntar as mesas de grupos nas classes (o que realmente fica a maior gritaria). Eu acho que deveríamos fazer todos os trabalhos em grupo assim, pois, deste modo, todos do grupo poderiam opinar e posicionar suas ideias (sem serem "cortados" por outros colegas) e, além disso, no chat, o professor pode perceber quem realmente trabalha ou não e, principalmente, ver que as pessoas que não se manifestam na classe, podem ser muito úteis, tanto nos trabalhos, quanto nas ideias.
Neste trabalho, aprendi muito sobre o impacto ambiental que nós causamos no Lagamar, e sobre o ponto de vista do governo e dos moradores sobre o assunto de preservação e desenvolvimento. Além disso, aprendi que virtualmente as pessoas dão mais ouvidos às suas ideias, mesmo que elas não sejam tão boas assim." MICHELLE ISHIDA CHIANG (6/1/B) 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Charbonneau - uma inspiração para tudo!

A 6a. série foi convidada, pelas mãos do prof. Fábio, a conhecer a relação que o Pe. Charbonneau tinha com livros. Visitando seu acervo na biblioteca central, seu escritório no prédio do EM e conhecendo um pouco de sua biografia e obra, eles passaram uma boa hora na sala de aula da biblioteca. Preparamos uma apresentação detalhada (usando o Prezi e a camêra de documentos), sobre como ele preparava referências para cada livro lido, desde as anotações manuscritas no próprio livro, as fichas manuais, as fichas datilografadas e agora o material todo digitalizado no site da biblioteca ( procure, por exemplo, no site de pesquisa da biblioteca, o titulo Dom Casmurro de Machado e veja a infinidade de temáticas que eles encontrou na obra e as citações selecionadas). O objetivo da atividade, desenvolvida em parceria com o CEI e a biblioteca, foi a de inspirar os alunos a sentirem vontade de prepararem uma biblioteca pessoal e manterem uma atitude de leitura reflexiva, que produza referências para atividades posteriores, onde Charbonneau é mestre. Começamos bem! (embora percebessemos que mais da metade de nossos alunos não conhecem o Charbonneau!)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Uso inteligente de softwares de apresentação

2 projetos de geografia, de 6a. e 7a. série, nos permitiram, nestas últimas semanas, uma excelente reflexão sobre o uso de ferramentas de apresentação. Trata-se de missão essencial do CEI desenvolver junto aos alunos competências para uma boa utilização do ferramental tecnológico visando necessidades futuras, academicas, pessoais ou profissionais. Sabemos que construir material de apoio a apresentações, aulas expositivas, seminários e fazer deste conjunto ( fala + material de apoio) algo significante é uma destas competências essenciais. Observando os 2 projetos, percebemos ainda as dificuldades e mazelas deste desenvolvimento. No caso da 6a. série, o professor ousou em utilizar o prezi ( http://www.prezi.com/) como ferramenta. O prezi estimula uma produção mais plástica da apresentação e liberta o produtor da visão mais linear do power point. Mas os alunos acabaram enchendo as apresentações de texto puro, texto longo que competia com suas falas, muitas vezes falas que simplesmente liam aqueles mesmos textos. No caso da 7a. o bom e velho power foi utilizado e neste caso com maior equilíbrio. Os alunos tinham de procurar uma linguagem esquemática para construir seus slides. E forma bem sucedidos na maior parte dos casos, embora ainda prevaleça uma comunicação truncada pela necessidade de decorar longos textos que expliquem o material ali desenvolvido. Tambem há de relevar algumas destas questões mediante a idade dos pequenos apresentadores, mas como conclusão levanto algumas hipóteses: é preciso esclarecer e discutir com os meninos quais são as expectativas do trabalho no que tange a comunicação efetiva. É preciso dar-lhes tempo e preparo para um bom uso das ferramentas, mesmo que o power point pareça algo dominado. Diante de um bom planejamento, qualquer ferramenta funciona, ou seja, não é a ferramenta que faz o produto melhorar. Seguimos aprendendo.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Usando o prezi na 6a. série - mais conclusões

Vejam isto http://prezi.com/co68z13zmpj2/aeroviario/ . Aparentemente uam apresentação estruturando o discurso que será feito na sala de aula na semana que vem. Observem a quantidade de efeitos. Exagero, parece. Mas olhem a dinâmica encontrada para envolver os sentidos da platéia. Os textos, bem cortados, encaixados nos elementos visuais, textos longos, sérios. Observar os alunos trabalhando nisto é uma riqueza. eles publicam em 3 ou 4 simultaneamente, observando onde os outros estão editando naquele momento. eles se debruçam sobre a força da imagem e aprendem a se comunicar um pouco melhor. Estamos gostando muito do resultado deste projeto. Quando assistirmos a apresentação em classe, faremos novo report.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Alunos usando o prezi

Em geografia, na 6a. série, para apresentar suas idéias sobre os diversos meios de transportes, os alunos foram convidados a usar o Prezi, um ambiente alternativo ao power point, com outra dinâmica de produção. Eles aprenderam rapidamente e inovaram imediatamente. Vejam este resultado, ainda em produção. É sempre interessante quando conseguimos ampliar o repertório deles ( e nosso, por consequência). insisto que que observemos as possibilidades desta ferramenta na perspectiva de uma produção menos linear, mais livre do nosso pensamento e no efeito sobre a platéia. Ela tem limites importantes, com relação a hospedagem on-line, futura privatização ( hoje é free, mas certamente será cobrado algo),....

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Sala da Biblioteca em Uso

Nem só do digital vive o homem moderno. A sala de aula da biblioteca, recém-inaugurada, serve a vários motivos. Será uma sala-laboratório para experimentarmos o padrão da sala de aula do futuro. Será uma sala coringa, versátil, que conta com mobiliário e espaço físico para atividades em grupo. Será especialmente útil para projetos que fizerem uso do acervo da biblioteca. Esta aula da Cecilinha, abrindo o projeto Grandes Cientistas, que culmina com a publicação de um livreto muito interessante dos alunos, vai nesta direção.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Calmante para alunos difíceis!



Olha, voltamos nesta semana, as atividades normais no CEI. 5a. feira, hoje pela manhã, 6as, 7as e 8as. séries e 1o. do médio ocuparam o espaço por aqui. Passaram facilmente por aqui uns 500 alunos diferentes em 5 horas de aula. Um grupo, trabalhando geografia, 6a. série, discutindo desenvolvimento e sustentabilidade na Amazonia. Em silencio, produzindo e discutindo colaborativamente, trabalhando muito... Bonito de ver....
Eles utilizaram uma webquest, produzida pelo professor, uma sala de bate-papo para se organizar para o trabalho e uma wiki para produzirem conjuntamente.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Funciona melhor dentro da sala de aula

2 experiências usando os netbooks dentro de sala de aula, em atividades que tambem foram realizadas no CEI. Em português, 6a. série, a Silvia costuma reunir os meninos e seus computadores para trabalhar redação, expressão, leitura com síntese,.... Desta vez assisti a ela discutindo a história da Guiné Bissau e seu processo de emancipação, que foi lido pelos meninos num livro indicado, e cada um em sua mesa ia digitando, enquanto ela falava, as idéias centrais para uma sintese posterior. Algo aparentemente banal e que poderia funcionar no laboratório do CEI ou até mesmo no caderno, mas ali havia uma disposição dos meninos, um digitar suave e coletivo, eles quase não olham para o teclado, percebi, que me chamou a atenção. Estava fluindo algo maior. Giba, geografia, tambem da 6a. série, realizando a mesma atividade usando bate-papo e edição na wiki que haviamos realizado no CEI dentro da classe. Silencio, concentração, mobilização. Sinais de um caminho novo. Aprendizagem significativa mediada por tecnologia...

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Giba rides again

Giba, professor de geografia da 6a. série, inovou novamente com o trabalho do estudo do meio. Para fazer uma análise da conciliação possível entre a o desenvolvimento e a preservação, o professor sugeriu que cada grupo produzisse uma análise, baseada num texto crítico, usando um editor de textos coletivo, uma wiki. Na wiki, que é uma ferramenta nativa do nosso portal do professor, todos podem editar e fica um histórico que permite recuperar o trabalho de cada um dos editores. Para que os grupos se organizassem em relação a quem publica o que, ao que deve ser publicado, a estruturar o trabalho final, o professor criou uma sala de bate-papo (chat) para cada grupo. Interessante observar o comportamento autonomo e dedicado de todas as 6 turmas. Giba relata que cairam drasticamente os pedidos de ida ao banheiro. Observando os registros dos bate-papos, observa-se vozes que não falam na classe, vozes tomando iniciativa de organizar os colegas,um comprometimento impar. Um case. Vamos estudar e reproduzir isto.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Usando salas de bate-papo para avaliação final de trabalho

O Giba inovou ao propor uma dinâmica de avaliação final das questões de geografia e do proóprio estudo do meio. Criamos 5 salas de bate-papo dentro do Portal do Professor e cada turma foi dividida em 5 grupos, cada qual discutindo um aspecto do estudo do meio ( Lagamar, Iguape, Cananéia, Preservação e Litoral Sul). Ao longo de 60 minutos produziu-se análises, reflexões e debates que permitiram a todos sair ganhando. Interessante que inúmeras constatações podem ser feitas a partir da leitura destes diálogos que são instantaneos ( e muitas vezes espontaneos) e ficam registrados para consulta posterior. Interessante tambem observar-se o comportamento dos alunos de 6a. série em grupo, sua organização, sua forma de uso da linguagem na internet, enfim, um material para ricas análises.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Tecnologia na sala de aula - versão 2010!


Final de fevereiro, 6a. série, primeira atividade envolvendo os novos netbooks dentro de sala, sala cheia, 34 alunos, 34 computadores nas mesas. Tudo funcionando bem. Rede wi-fi rendendo bem, alunos acessando o portal do professor para baixar as instruções, indo a pasta de classe encontrar um conjunto de imagens que seriam analisadas, salvando na sua pasta pessoal, ... Técnicamente parece que estamos chegando perto do equilíbrio de trabalhar com acesso geral e irrestrito via wi-fi. Ergonomicamente, parece tambem que acertamos. Estes novos Asus com 10 polegadas são ágeis, leves, seus teclados são funcionais e eles atuam como um notebook normal. Muito bom. Vale a pena comentar que a atividade visava que os alunos a partir de uma série de pinturas de cenários suiços ao longo do século XX, pudessem descrever, em linguagem geográfica, as transformações no espaço geográfico ao longo do tempo. Interessante que a Mércia, professora de geografia, tambem iniciou o ano com um trabalho sobre ponto de vista onde o aluno deve adaptar uma imagem do globo terrestre a outras imagens em que apareça um carcaterística global evidente sob o ponto de vista de cada aluno. Interessante como a imagem aparece central no trabalho dos professores. Reflexo de um tempo em que imagem é quase tudo! Lembro que temos hoje recursos de edição de imagens como nunca tivemos. Aproveitem!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Argumento, Roteiro, Cinema, Oscar - tudo é língua portuguesa


Os meninos da 6a. série fecharam o ano com uma festa digna do Oscar, o Santoscar. Coordenados pelos profs. Fábio e Silvia, os alunos trabalharam na leitura do Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, produziram um roteiro cinematográfico com diversos requisitos de texto, sequencia, diálogo, trilha sonora, sonoplastia,.... e enfim produziram o filme. Divididos em grupos, cada qual tinha função específica ( roteirista, sonoplasta, diretor, editor,...). Tudo foi editado por eles. Alem da apresentação em classe, os professores produziram uma festa para a entrega dos premios aos melhores em cada função. Evento de primeira ordem, onde havia até o foco de luz no premiado ao levantar-se no meio da platéia. Sucesso. Confiram os melhores momentos!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Resultados de uma iniciativa muito interessante..


Já publicamos alguns relatos do projeto conduzido pelo Giba, sobre sistemas de transportes em geografia, na 6a. série. Foi um projeto conduzido de um jeito inovador, onde grande parte do trabalho se deu no ambiente virtual, conduzido e mediado pelos alunos, divididos em grupos, coordenados cada grupo por um aluno. Desta intensa troca de material e discussão, saíram os trabalhos finais que publicamos aqui. Este grupo que deixa a 6a. série agora teve, na 5a. série, uma excelwente oportunidade de utilizarem-se do power point nas apresentações finais do estudo do meio. Pudemos, nós do CEI, trabalhar com toda a calma, garantindo um bom uso da ferramenta nas apresentações. Eles chegam na 6a. série com estas competências e vejam como, estimulados por um projeto em que foram muito mais protagonistas do que normalmente, como se saíram.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Usando bem a biblioteca!


A integração do Centro de Ensino de Informática com a Biblioteca visa capitalizar da informação que ambos os equipamentos da escola fornecem para a comunidade. Em todos os projetos desenvolvidos no CEI procuramos avaliar a perspectiva de uso do acervo impresso integrado ao digital. Não iremos assistir sentados ao abuso das fontes digitais em detrimento das fontes impressas, especialmente porque há no trabalho com a biblioteca uma preocupação mais voltada a formação da competência leitora, imprescindível na preparação do nosso aluno. Quando assistimos cenas como a de hoje, em que 2 salas completas "invadiram" nossa biblioteca para trabalhar, comemoramos! Era uma 6a. série trabalhando doenças contagiosas, se preparando para produzir um folder divulgando a prevenção de diversas destas doenças e uma 8a. série discutindo o filme Alice no País das Maravilhas, na aula de português. Aproveite e conheçao o novo sistema de reserva on-line da nossa biblioteca, clicando aqui.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Aula presencial virtual II





11 de setembro. Nossa, fazem 8 anos que as torres foram derrubadas! Voltamos com o Giba para mais uma aula de geografia, dentro do projeto de transportes. 35 meninos na sala do CEI trabalhando na organização e pesquisa preliminar de informação para o produto final. Observem, nas fotos anexas um pouco do que aprendemos com eles. São hipóteses ainda, mas podemos observar que:
a. eles se organizam como grupo neste meio digital melhor do que se estivessem sentados discutindo.
b. eles estão a vontade neste ambiente
c. eles se moderam naturalmente, limitando aquele que transgride os combinados
d. eles criam os próprios combinados
e. eles se exprimem de forma farta, sem censura, e dão muita matéria prima para o professor conhecê-los melhor.
Acho que temos aí caminhos interessantes para muitos projetos. Aguardem o desenrolar deste.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Aula presencial virtual (virtual presencial) I


3a. feira, 08 de setembro. O mundo parecia que ia acabar num dilúvio. Chuva torrencial desde as 8 da manhã. Experimentamos com o Giba uma aula diferente. 35 laptops, dentro de sala de aula. Pela primeira vez eles foram acoplados a uma bateria suplementar que o colégio mandou produzir especialmente, e assim ampliamos a durabilidade elétrica para 6 horas! O Giba preparou um projeto no portal do professor discutir transportes. Ao invés de falar com os alunos e especialmente, neste começo do projeto, ouvi-los com relação ao que já sabem sobre cada um dos meios selecionados para estudo, os alunos deveriam postar num fórum, separados por grupos. Eles passaram 30 minutos publicando com muita naturalidade. Parecia que estavam postando num MSN, mas falando do conteúdo. De vez em quando um escorregão para uma conversinha marginal, mas o Giba moderava sentando ali, na mesa do professor, interferindo no diálogo, dando seu recado e tudo em tempo real. Ganhos: a estabilidade do sistema de wireless e de baterias no prédio do EF2 ( especialmente no corredor do Canadá) e a possibilidade de ver todos os alunos se expressando ( o que é normalmente impossível no ambiente real).

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

De volta, minilaptops atuando no fundamental!


6a. série, professora Silvia Catunda, aula de portugues. Se procurarem no início deste blog verão que a Silvia foi nossa primeira parceira ( primeira cobaia tambem). Voltamos a trabalhar juntos em classe, agora que retomamos o uso dos portáteis no corredor do Canadá. Uma atividade simples, envolvendo a produção de texto no MSWord. Algo que pode ser complementado com pesquisa na internet, e edição em geral em qualquer aplicativo do Office. Convidamos a todos para voltarem a refletir sobre o uso destes portáteis no dia-a-dia de sala de aula, para atividade orgânicas e integradas. Estes testes vão nos dando pistas sobre como conduzir as salas de aula do futuro.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Robótica na 6a. série


18 alunos estiveram cursando neste semestre o primeiro módulo de robótica. Com o apoio do prof. Rubem Gorski, eles estiveram durante cerca de 25 horas aprendendo a construir modelos mecânicos baseados em princípios de transmissão de movimento, alavanca, roldanas e engrenagens, aprendendo a programar no computador rotinas que permitissem a automação dos protótipos desenhados e se desafiando a resolver pequenos problemas. Na avaliação final, que você acompanha neste vídeo, eles tiverem a montar um carro especial, cujos sensores e motores o levassem a explorar um circuito contendo diversos obstáculos. Veja como os grupos desempenharam na avaliação e reflita sobre a quantidade de habilidades que cada grupo teve de desenvolver na solução desta tarefa.