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terça-feira, 17 de maio de 2011
Ética e cidadania digital na prática
Acompanhando o trabalho da Letícia, orientadora do 6o. ano, eu e a Ana entramos nas salas para ajudá-los a compreender melhor a insegurança nas redes sociais. Criamos um perfil fictício no Facebook e discutimos com eles quais os caminhos para configurarmos o perfil pessoal de modo que portejamos nossas fotos, nossas publicações, nossos amigos e familiares de visitas indesejadas. Para eles parece tudo muito fácil, eles são muito seguros de si no que tange a tecnologia, pois, em geral, dominam mais do que os adultos que os cercam. Mas, é preciso alertá-los que eles estão dentro de ambientes criados para adultos com mais de 18 anos e eles tem somente 11 ou 12. Que lá dentro é vida real, com gente legal, outros nem tanto. Gente que quer conhecer gente, gente que não tem nada a fazer,... que existem até riscos legais que tornam seus pais passíveis de serem punidos por alguma publicação mais desatenta ou algum abuso autoral, por exemplo. Idade perfeita para se fazer tal trabalho, pois eles compartilham com vontade, mergulham na discussão, mostram suas fragilidades sem muito pudor e assim podemos atingi-los com mais veemência. A repetir e manter pelos anos a afio. Tal tarefa é responsabilidade da escola.....
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Reflexões de um educador no final de um ano letivo.
É hora de pensarmos em como fomos efetivos ao longo deste ano.
Quais as perguntas certas a fazer?
No meu papel de gestor de tecnologia, creio que a melhor busca é perguntarmos:
"Conseguimos modificar de alguma maneira o usuário?". "Como equipe, fomos capazes de criar significado as ações dos professores mediando suas práticas com tecnologia?" "Fomos capazes de produzir significado as iniciativas dos alunos na direção destas centenas de tarefas a que eles foram condenados a executar ao longo do ano?"
As vezes a sensação é a de um volume exaustivo de coisas passadas, tocadas num frenesi diário, em busca da proficiência, proficiência desejada, possível? Aprofundamos algo, pergunto? Tocamos na atitude do professor diante do conhecimento? na do aluno?
Sentimos que nosso aluno sofreu pela demasiada exigência das atividades, onde alem de dominar o recurso tecnológico ele devia cumprir diversas etapas impostas pelas regras da atividade. Será que precisamos reeditar um currículo mínimo de tecnologia para permitir maior simplicidade pelo menos na execução instrumental destas atividades. Vamos voltar a dar aulas de informática? Plausível?
Leiamos um documento de base do programa de formação de educadores da Microsoft no Brasil, que impele-nos a uma leitura diferente do papel da tecnologia no contexto escolar....
Voltamos a conversar em janeiro.
Boas férias a todos....
Quais as perguntas certas a fazer?
No meu papel de gestor de tecnologia, creio que a melhor busca é perguntarmos:
"Conseguimos modificar de alguma maneira o usuário?". "Como equipe, fomos capazes de criar significado as ações dos professores mediando suas práticas com tecnologia?" "Fomos capazes de produzir significado as iniciativas dos alunos na direção destas centenas de tarefas a que eles foram condenados a executar ao longo do ano?"
As vezes a sensação é a de um volume exaustivo de coisas passadas, tocadas num frenesi diário, em busca da proficiência, proficiência desejada, possível? Aprofundamos algo, pergunto? Tocamos na atitude do professor diante do conhecimento? na do aluno?
Sentimos que nosso aluno sofreu pela demasiada exigência das atividades, onde alem de dominar o recurso tecnológico ele devia cumprir diversas etapas impostas pelas regras da atividade. Será que precisamos reeditar um currículo mínimo de tecnologia para permitir maior simplicidade pelo menos na execução instrumental destas atividades. Vamos voltar a dar aulas de informática? Plausível?
Leiamos um documento de base do programa de formação de educadores da Microsoft no Brasil, que impele-nos a uma leitura diferente do papel da tecnologia no contexto escolar....
Voltamos a conversar em janeiro.
Boas férias a todos....
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Fracasso Escolar
Jarbas Barato, um educador de ótima cepa, amigo, em seu blog, publica uma crítica ao filme Waiting for Superman, atualíssimo, que faz propaganda dos resultados das charter schools americanas. Segundo a crítica a iniciativa privada, buscando participar do enorme bolo de recursos disponíveis para educação pública, tenta demonstrar que escolas bem administradas, com professores bem pagos, recupera uma nação.... Em tempos em que as grandes editoras vão impondo seus sistemas na rede pública, acho importante refletirmos sobre o ensino público e os riscos de sua privatização.
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domingo, 18 de outubro de 2009
Conectados, multitarefa, radicais, isolados e burros!
Este é o nome da matéria principal do Link, caderno de tecnologia do Estãdão, da 2a. feira, 12/10/2009, dia das crianças. Discute-se as características dos nativos digitais, aqueles nascidos a partir dos anos 80 e sua conectividade natural. Especialistas dizem que essa geração desenvolve novas formas de pensar, interagir, trabalhar e se socializar. Eles serão 80% da população economicamente ativa em 2020. Parece que a internet reproduz o modo de pensar da criança, livre, caótico, desordenado. Dizem que quanto mais conectada, mais a criança está predisposta a checar em mais de uma fonte, maior seu discernimento,... será que isot acontece de forma natural, espontaneamente? Os pais, na sua grande maioria, correm atrás e procuram acompanhar esta transformação. Outros questionam se as capacidades de comunicação serão afetadas - as crianças podem perde a capacidade de identificar entonação na voz ou expressões faciais. Exagero! Isto pode ocorrer na ausencia da orientação do adulto. Aí entra um ponto vital. Paulo Blikstein, o brasileiro que ficou famoso em Harvard por ter inumeras propostas de trabalho mesmo antes de terminar seu doutorado, lança uma questão vital: Usar o computador para, por exemplo, fazer uma investigação científica profunda não ocorre espontaneamente. É preciso um professor muito bem preparado,... Precisamos nós, adultos educadores, mediar este fenomeno cultural, o mais rapidamente possível. The dumbest generation, é o título da obra de um dos educadores entrevistados na materia. A tecnologia não prepara a base para o desenvolvimento intelectual. A conferir!
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segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Cidadania digital

Estamos sempre discutindo o nosso papel na formação destes cidadãos digitais que saem da escola necessitando discernimento sobre os limites e funções da mídia digital. Esta discussão faz parte do problema de limites que ocupa a orientação educacional, especialmente, no final do fundamental 2 e no médio. Selecionei um artigo simples que li, de uma educadora que sugere uma videografia útil para apoiar as reflexões sobre limites, necessários a formação do nosso jovem. Acesse aqui.
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