No dia 29 recebemos a visita do CEO da P3D, empresa que desenvolve soluções para apoio a aula expositiva nas áreas de geografia, ciências, química e biologia. Nosso objetivo ao convidá-los era ampliar nossa reflexão, em particular ao dos professores destas disciplinas, sobre o uso que fazemos de projeção em sala de aula. Será que aproveitamos bem o potencial desta ferramenta? Será que nossas aulas ganham dinâmicas eficientes? Será que tornamos nossas aulas mais previsíveis e monótonas, abusando de power point, por exemplo? Será que planejamos de forma inteligente nossas aulas para uso destes recursos de projeção, internet,...?
A P3D é talvez a mais criativa empresa neste nicho, de produção de material interativo para projeção em sala de aula. Já os havíamos recebido há 3 anos e ainda havia um material incipiente. Hoje eles tem um conjunto mais relevante dentro destas áreas do conhecimento.
Achei engraçadas as reações dos professores: alguns, quando apresentados ao material de sua disciplina, pediam: vocês tem algo sobre ...? Não professor. E sobre .... Não professor, mas nós temos isto que tangencia o assunto que o sr. deseja e veja que beleza de abordagem,..... Outros continham-se ao apresentado e deliciavam-se com as nítidas vantagens que uma mídia controlada pode dar no apoio a certos assuntos. Você conseguem, por exemplo, mostrar toda hidrografia brasileira, animar a direção do movimento de cada rio, girar e aproximar o mapa para demonstrar bacias, direções dos rios,....colocar as fronteiras dos estados para observar quais são delimitados por rios,.... num ganho real, impossível até de executar tal demonstração de outro modo. Porem, este assunto talvez não seja relevante para a grande maioria dos professores de geografia, que sdorariam por exemplo, um mapa das grandes concentrações urbanas sobreposto ao de industrialização,.....
Os critérios que levam uma empresa a optar por desenvolver tal ou tal conteúdo são inerentes a cabeça de um ou alguns especialistas e das possibilidades técnicas de desenvolvimento e isto nem sempre combina que o que o conjunto de professores precisa de fato.
Impasse para quem produz e para quem consome. Caminho espinhoso. Só serve mesmo para escolas que adotam tecnologia como instrumento de marketing, com todo respeito aos nossos colegas que gentilmente nos visitaram.
Registrar bons momentos permite que possamos comemorar sempre e também nos apropriarmos do que foi conquistado para subir a níveis ainda mais altos.
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Notícias do Santa na Folha de SP
Saiu na Folha de 29/10, um caderno sobre Tecnologia no Ensino. Engraçado como as reflexões sobre tecnologia na educação parecem sempre anacrônicas. Se estivessemos em 1997, teríamos provavelmente matérias muito semelhantes falando de outra ferramentas mas usando a mesma abordagem. Falariam da necessidade de unirmos ensino e diversão, da necessidade de um novo professor, do uso de games,.... e pouca contribuição relevante seria adicionada ao debate. No que tange a nossa participação nas matérias destes cadernos, fui entrevistado pelo telefone sobre as lousas digitais ( por que estão no colégio, por que não estão em todas as salas, resultados na implantação,....). Falei que havíamos implantado as primeiras lousas há 4 anos, sempre testando novos modelos e arranjos que dão ganho real aos professores e que tinhamos chegado a algumas conclusões ( já escrevi longo post sobre lousas neste mesmo blog):
1. o que mais impacta a adoção é a quantidade de material pronto disponível ( as professoras de ingles do fundamental usam cotidianamente em função das editoras de língua produzirem versões dos livros para lousa digital).
2. Que as lousas em si, não representam nada. O grande ganho, na minha opinião, foi a colocação de projetores nas salas, que permitiu aos professores planejarem suas aulas usando mais e melhor recursos multimídia. O jornalista me imputa ter dito que os professores passaram a planejar melhor com estes recursos, na verdade planejam diferente e isto é que é bom...
3. quanto mais simples a palheta de trabalho e mais transparente o aparato melhor - a lousa e-beam, portátil, de palheta super simples e que funciona até na parede é a que mais adeptos faz.
Em resumo, hoje temos melhores condições de avaliar impacto de lousas digitais no nosso trabalho e o mercado tambem amadureceu, oferecendo lousas integradas aos projetores, diminuindo sombras, melhorando a sensibilidade, diminuindo a necessidade de calibragem constante,.....Não temos pressa, nem ao menos podemos afirmar que nossas salas futuras necessitarão delas.
1. o que mais impacta a adoção é a quantidade de material pronto disponível ( as professoras de ingles do fundamental usam cotidianamente em função das editoras de língua produzirem versões dos livros para lousa digital).
2. Que as lousas em si, não representam nada. O grande ganho, na minha opinião, foi a colocação de projetores nas salas, que permitiu aos professores planejarem suas aulas usando mais e melhor recursos multimídia. O jornalista me imputa ter dito que os professores passaram a planejar melhor com estes recursos, na verdade planejam diferente e isto é que é bom...
3. quanto mais simples a palheta de trabalho e mais transparente o aparato melhor - a lousa e-beam, portátil, de palheta super simples e que funciona até na parede é a que mais adeptos faz.
Em resumo, hoje temos melhores condições de avaliar impacto de lousas digitais no nosso trabalho e o mercado tambem amadureceu, oferecendo lousas integradas aos projetores, diminuindo sombras, melhorando a sensibilidade, diminuindo a necessidade de calibragem constante,.....Não temos pressa, nem ao menos podemos afirmar que nossas salas futuras necessitarão delas.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Lousas digitais - novo balanço
Lousas digitais – evolução, resultados e problemas
Começamos a utilizar lousas digitais em 2006. São, portanto, 4 anos de trabalho. A primeira aquisição foi uma Promethean, inglesa, distribuída no Brasil pela Divertire, naquele então. Robusta, usa uma caneta resistente e exige a fixação do anteparo na parede. O software é versátil, é atualizado constantemente e tem uma comunidade prática interessante ( www.prometheanplanet.com ). Durou os 4 anos. Seus principais defeitos são a calibragem que necessita ser refeita constantemente e a necessidade do anteparo fixo.
Em seguida 1 ano depois, descobrimos a e-beam, comercializada pela Educare, braço tecnológico do colégio bandeirantes. Sua virtude é ser portátil e independer de anteparo ( trabalhamos por vezes projetando na própria parede e uma palheta de ferramentas simples, versátil e poderosa). Seu defeito é a calibragem, novamente, o artefato ( similar a um bumerangue) com sensores apresenta invariavelmente problemas de sensibilidade que exigem calibragem constante. A caneta também consome bateria e as pontas plásticas sofrem com o atrito nas superfícies foscas.
O 3o. modelo, adotado em 2009 foi a Hetchtech. Inspirada na Smart Board, que utiliza o dedo ou qualquer artefato para sua operação, ela exige anteparo fixo instalado na parede, possui software interessante e abrangente, e é deliciosa de operar (o dedo revela-se melhor que o mouse para a maioria das operações - e não poderia ser diferente). Seus defeitos são novamente calibragem e a exigência de superfície fixa instalada. Ideal para a educação infantil. Montamos uma sala especial para ela e instalamos ela na altura das crianças que interajem frequentemente com os jogos e conteúdos que os professores ali publicam.
Em 2010, adquirimos o 4º. Tipo de lousa, a da Epson, que trabalha integrada com o projetor de curto alcance que já traz os sensores embutidos nele. Isto facilita sobremaneira, pois pode operar sobre qualquer superfície e pela proximidade projeta bem e recebe super bem o sinal, evitando qualquer recalibragem. Parece que chegamos ao modelo mais adequado. O software é simples e funcional (pode melhorar um pouco) e não traz para si funções de edição que outras ferramentas podem muito facilmente oferecer.
Por que não fomos com as lousas digitais para todas as 60 salas de aula, como alguns outros colégios fizeram?
Alem das características técnicas e físicas das lousas digitais, outros aspectos devem ser levados em conta para avaliar-se a aprovação e plena utilização deste recurso. Estamos avaliando continuamente a qualidade do que é utilizado pelos professores no apoio a sua aula expositiva, as características dos arquivos em PowerPoint utilizados, as reações do aluno as diferentes situações,... A quantidade de material pronto para exposição na lousa também faz bastante diferença. Por exemplo, as professoras de inglês utilizam diariamente por força de material didático já disponível em versão para lousa digital, facilitando sobremaneira seu trabalho.
Achamos também que é fundamental discutir-se intensamente com os professores esta adoção, o que ainda acontece de forma esporádica e esparsa. Em seguida, a experiência revelava que inserir computador e projeção somente em cada sala, já provocaria suficiente movimentação no cenário da formação dos docentes para uso intensivo de tecnologia. E isto se evidenciou correto. Os professores tinham aparentemente uma demanda reprimida que foi liberada e com o conforto do computador já existente na classe agora projetando funcionou rapidamente. Em 3 semanas passamos a ter 20% das salas projetando diariamente e em 1 ano, 50 a 60%. Uma tela retrátil garante a facilidade e invisibilidade necessária. Um computador comum, facilmente acessível, idem. Um projetor forte, que não necessite desligarmos a luz completa a cena (optamos por modelos da Sanyo com 4000/4500 lumens). Enfim, isto levou nossos professores a um novo estágio como usuários. Isto era fundamental para a reflexão e possível introdução das lousas digitais no cenário cotidiano da sala de aula.
Seguindo a experiência, notamos que quando diante de uma lousa digital e podendo recorrer a caneta pilot e o mouse convencional, ele sempre o fazia, como se houvesse algo entre ele e o aparato que impedia um uso confortável e rabiscar por sobre a imagem projetada ou preencher lacunas sobre um texto projetado era uma experiência suficiente significativa. Não havia necessidade da lousa, da caneta digital, nada além do projetor e de uma superfície rígida para escrever sobre.
Fizemos então um novo investimento, neste projetor de curto alcance, que vem acoplado da lousa digital ( embutida nele) e para hospedá-lo, desenvolvemos um projeto de lousa hibrida, tendo ao fundo 6 metros de lousa verde, que está se revelando versátil e muito adequada ao trabalho dos professores. Eles podem optar por trabalhar só com o giz ( recolhendo as superfícies de fórmica) trabalhar com caneta especial sobre a fórmica, em 2 laminas, escrever sobre a projeção, projeção e giz, enfim, todas as possibilidades estão ali cobertas o que garante o conforto que ele espera e a partir do qual opera com facilidade, dando amplo retorno ao investimento.
Cenário futuro:
Estamos construindo um novo prédio para hospedar o ensino fundamental I e suas salas provavelmente terão esta lousa hibrida e um projetor de curto alcance com lousa integrada. Nas futuras reformas dos outros 2 prédios ( fundamental II e médio) temos como variáveis adicionais a possibilidade da adoção de lousa branca integral, também no sistema de laminas correndo sobre trilhos, mas é possível a permanência da lousa verde. Outro desafio fundamental é a pesquisa permanente de objetos de aprendizagem significativos para apoio ao professor e a montagem de um bureau interno de desenvolvimento de aplicações sob medida para os momentos críticos de aprendizagem. Isto dará o alimento natural para fortalecer permanentemente o processo pedagógico.
Começamos a utilizar lousas digitais em 2006. São, portanto, 4 anos de trabalho. A primeira aquisição foi uma Promethean, inglesa, distribuída no Brasil pela Divertire, naquele então. Robusta, usa uma caneta resistente e exige a fixação do anteparo na parede. O software é versátil, é atualizado constantemente e tem uma comunidade prática interessante ( www.prometheanplanet.com ). Durou os 4 anos. Seus principais defeitos são a calibragem que necessita ser refeita constantemente e a necessidade do anteparo fixo.
Em seguida 1 ano depois, descobrimos a e-beam, comercializada pela Educare, braço tecnológico do colégio bandeirantes. Sua virtude é ser portátil e independer de anteparo ( trabalhamos por vezes projetando na própria parede e uma palheta de ferramentas simples, versátil e poderosa). Seu defeito é a calibragem, novamente, o artefato ( similar a um bumerangue) com sensores apresenta invariavelmente problemas de sensibilidade que exigem calibragem constante. A caneta também consome bateria e as pontas plásticas sofrem com o atrito nas superfícies foscas.
O 3o. modelo, adotado em 2009 foi a Hetchtech. Inspirada na Smart Board, que utiliza o dedo ou qualquer artefato para sua operação, ela exige anteparo fixo instalado na parede, possui software interessante e abrangente, e é deliciosa de operar (o dedo revela-se melhor que o mouse para a maioria das operações - e não poderia ser diferente). Seus defeitos são novamente calibragem e a exigência de superfície fixa instalada. Ideal para a educação infantil. Montamos uma sala especial para ela e instalamos ela na altura das crianças que interajem frequentemente com os jogos e conteúdos que os professores ali publicam.
Em 2010, adquirimos o 4º. Tipo de lousa, a da Epson, que trabalha integrada com o projetor de curto alcance que já traz os sensores embutidos nele. Isto facilita sobremaneira, pois pode operar sobre qualquer superfície e pela proximidade projeta bem e recebe super bem o sinal, evitando qualquer recalibragem. Parece que chegamos ao modelo mais adequado. O software é simples e funcional (pode melhorar um pouco) e não traz para si funções de edição que outras ferramentas podem muito facilmente oferecer.
Por que não fomos com as lousas digitais para todas as 60 salas de aula, como alguns outros colégios fizeram?
Alem das características técnicas e físicas das lousas digitais, outros aspectos devem ser levados em conta para avaliar-se a aprovação e plena utilização deste recurso. Estamos avaliando continuamente a qualidade do que é utilizado pelos professores no apoio a sua aula expositiva, as características dos arquivos em PowerPoint utilizados, as reações do aluno as diferentes situações,... A quantidade de material pronto para exposição na lousa também faz bastante diferença. Por exemplo, as professoras de inglês utilizam diariamente por força de material didático já disponível em versão para lousa digital, facilitando sobremaneira seu trabalho.
Achamos também que é fundamental discutir-se intensamente com os professores esta adoção, o que ainda acontece de forma esporádica e esparsa. Em seguida, a experiência revelava que inserir computador e projeção somente em cada sala, já provocaria suficiente movimentação no cenário da formação dos docentes para uso intensivo de tecnologia. E isto se evidenciou correto. Os professores tinham aparentemente uma demanda reprimida que foi liberada e com o conforto do computador já existente na classe agora projetando funcionou rapidamente. Em 3 semanas passamos a ter 20% das salas projetando diariamente e em 1 ano, 50 a 60%. Uma tela retrátil garante a facilidade e invisibilidade necessária. Um computador comum, facilmente acessível, idem. Um projetor forte, que não necessite desligarmos a luz completa a cena (optamos por modelos da Sanyo com 4000/4500 lumens). Enfim, isto levou nossos professores a um novo estágio como usuários. Isto era fundamental para a reflexão e possível introdução das lousas digitais no cenário cotidiano da sala de aula.
Seguindo a experiência, notamos que quando diante de uma lousa digital e podendo recorrer a caneta pilot e o mouse convencional, ele sempre o fazia, como se houvesse algo entre ele e o aparato que impedia um uso confortável e rabiscar por sobre a imagem projetada ou preencher lacunas sobre um texto projetado era uma experiência suficiente significativa. Não havia necessidade da lousa, da caneta digital, nada além do projetor e de uma superfície rígida para escrever sobre.
Fizemos então um novo investimento, neste projetor de curto alcance, que vem acoplado da lousa digital ( embutida nele) e para hospedá-lo, desenvolvemos um projeto de lousa hibrida, tendo ao fundo 6 metros de lousa verde, que está se revelando versátil e muito adequada ao trabalho dos professores. Eles podem optar por trabalhar só com o giz ( recolhendo as superfícies de fórmica) trabalhar com caneta especial sobre a fórmica, em 2 laminas, escrever sobre a projeção, projeção e giz, enfim, todas as possibilidades estão ali cobertas o que garante o conforto que ele espera e a partir do qual opera com facilidade, dando amplo retorno ao investimento.
Cenário futuro:
Estamos construindo um novo prédio para hospedar o ensino fundamental I e suas salas provavelmente terão esta lousa hibrida e um projetor de curto alcance com lousa integrada. Nas futuras reformas dos outros 2 prédios ( fundamental II e médio) temos como variáveis adicionais a possibilidade da adoção de lousa branca integral, também no sistema de laminas correndo sobre trilhos, mas é possível a permanência da lousa verde. Outro desafio fundamental é a pesquisa permanente de objetos de aprendizagem significativos para apoio ao professor e a montagem de um bureau interno de desenvolvimento de aplicações sob medida para os momentos críticos de aprendizagem. Isto dará o alimento natural para fortalecer permanentemente o processo pedagógico.
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Lousas digitais - um balanço... definitivo?
Publiquei esta análise no site da comunidade de coordenadores de tecnlogia da qual participamos. A coordenadora do Bandeirantes, preocupada com a baixa adesão dos seus professores as lousas digitais, pediu-nos opiniões. Queria compartilhar com vocês. Temos hoje 10 lousas. 1 promethean, 8 e-beams e 1 HetchTech ( touch screen), comprada recentemente. Temos 4 salas de aula de ingles onde adotamos o uso da e-beam como unica lousa e funcionam muitíssimo bem. Implantamos lousas digitais nestas salas pois o livro didático adotado por estas professoras têm uma versão para lousa digital, feita para o professor e isto incentivou-as. Quando elas voltaram as aulas em janeiro deste ano, suas salas já não tinham outra opção, portanto adesão garantida. A da HetchTech colocamos agora em julho numa sala especial que fizemos na educação infantil e está sendo um sucesso. Ela é muito intuitiva para o uso, tem um software versátil e, cá entre nós, trabalhar com o dedo é melhor do que com qualquer caneta. A sala é compartilhada por todas as professores do curso e usada para socializar, projetar, desenhar ( o KidPix continua fazendo sucesso),...Mas vejam, estamos falando de ambientes especiais, em condições especiais. Se falarmos na conjunto dos professores e salas, no seu cotidiano, a coisa é diferente. Temos 4 lousas volantes, que poderiam ser usadas em qualquer sala acompanhadas por um anteparo que é pendurado junto a lousa verde. Uso mínimo. Talvez por que fizemos um investimento no início deste ano, colocando um projetor Sanyo de 4500 lumens ( bárbaro pois podemos trabalhar com janelas abertas e luzes acesas) e uma tela retrátil em cada sala) e os professores se esbaldaram em projeção, sem sentir falta alguma de lousa digital e trabalhando felizes com suas velhas e longas lousas verdes. Achamos naquele então muito autoritarismo colocar lousa digital em toda sala e obrigar o professor a adaptar-se a ela. Acho que eles não precisam, de modo geral, de lousa digital. Precisam, sim, de uma lousa branca grande, se possível basculante, para adaptar-se as várias alturas de professores e alunos, que tenha uma superfície que permita caneta e projeção ( descobrimos uma pelicula que resolve isto) e pronto. Preferem intervir com a caneta sobre a imagem quando necessário ( acreditem que alguns professores preferem não baixar a tela de projeção, projetam sobre o verde mesmo e intervem com giz sobre a imagem) e não sentem falta ( ainda??? - será que algum dia sentirão???) de salvar seus registros seja para reutilizá-los, seja para deixar aos alunos como recapitulação. Acho que temos uma crise de oportunidade que deveria levar-nos e aos fabricantes a refletir sobre o futuro destes equipamentos. Interessante seria ouvir Miguel de Cervantes, que adotou de forma irrestrita,bem como a Cultura Inglesa, Saint Paul,...Para concluir achamos a e-beam interessante pela sua portabilidade ( e pelo seu preço!), a promethean interessante pelo software, mas esta ultima que compramos da Hetch avança com um software muito util e trabalhar com o dedo é muito mais eficiente, acreditem, portanto, acho que precisamos ainda esperar a evolução desta tecnologia para compreendê-la melhor e talvez generalizarmos seu uso.
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quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Autonomia - algo a se buscar constantemente

Hoje inauguramos o espaço multimídia que o curso de educação infantil construiu na nova sala, chamada de sala branca, disponível a alunos e professores. Foi ministrado um treinamento para todos os professores do curso no uso da lousa touch screen recem comprada e instalada ali. Nestes 10 dias de aula, independente do treinamento ainda estar por vir, várias professoras tomaram a iniciativa de buscar nossa ajuda para apredner a usar o recurso e trabalhar com as crianças. Todo o investimento ali executado foi pensado no sentido da autonomia total do professor, que pode usar o recurso com liberdade, conforme sua disponibilidade e necessidade sem necessidade de ajuda externa. Nesta mesma semana estamos finalizando a colocação dos 40 mini-laptops que estavam servindo no corredor do irmão André no corredor agora da 4a. e da 6a. série, que conhecemos como Canadá. Tambem preparamos um local onde um carrinho com os laptops estará disponível para que o próprio professor, conforme sua necessidade possa trazê-lo para sua sala, distribuir aos alunos e iniciar a atividade pensada. Uma rede wireless está presente em toda aquela região do prédio. Nos dá muita satisfação perceber que estas iniciativas surtem o efeito desejado, e libertam nossa cultura de uso de tecnologia do apoio técnico permanente. Sem nenhum demérito a este serviço, que continuará necessário, podemos ocuparmo-nos de forma crescente, com os desígnios pedagógicos de nossos investimentos em tecnologia.
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segunda-feira, 27 de julho de 2009
Nova lousa digital na educação infantil

Compramos uma lousa digital para as novas instalações da Educação Infantil. Já temos 10 lousas digitais em funcionamento na escolas, sendo 7 e-beam ( aquelas que parecem um bumerangue e que funcionam em 4 salas de ingles do fundamental, sendo usadas em tempo integral - algumas das professoras destas salas produzem tudo digitalmente, constituindo-se em modelos a estudarmos para a futura reforma das salas de aula), temos 1 Promethean ( lousa inglesa, a primeira adquirida pela escola ainda em 2006, que funciona com um anteparo fixo e que é utilizada pelas professoras de ingles da sala E1 lá no fundamental). Aproveitando a reforma do prédio do infantil e a preparaçào de mais uma sala flexível ( chamada de sala branca) resolvemos, após a discussão com a direção do curso, comprar uma nova modalidade de lousa. Totalmente touch screen, ela pode ser operada com os dedos e tem um software de comando espetacular, que facilita o uso por qualquer pessoa. Estaremos fixando-a numa altura de cerca de 70 cm do solo permitindo que os próprios alunos do pré 1 e pré 2 possam operá-la. Será mais um passo para aprimorarmos nossos estudos sobre as salas do futuro.
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quinta-feira, 26 de março de 2009
Léo Ivan - show de arte e lousa digital
Nossa professora de artes esbanjou categoria dando aula sobre perspectiva e ponto de fuga usando a lousa digital de uma forma muito interessante. Primeiro preparou uma apresentação cuidadosa ( foram 2 horas sentada aqui com a Cintia escolhendo imagens muito especiais, desde arte rupreste a perspectivas atuais). Depois, em classe, com toda turma, usando o TRS integrado no micro do professor, ela projetava a imagem, e fazia intervenções na imagem que eram acompanhadas pelas duplas nos seus monitores, criando um efeito muito interessante ,pois eles podiam abstrair da lousa, escutar as observações da Leo e com um pequeno atraso, as intervenções dela chegavam. Depois, chamava alguns a lousa para criarem imagens em perspectiva, onde ficava evidente o pouco preparo deles neste ponto. Mas as intervenções dos alunos serviam de material de orientação para a professora. Nota 10! Vejam algumas fotos.
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